O que seria a Porta Estreita? – Um Estudo Completo

Introdução – Porta Estreita?

A questão da porta estreita e da porta larga é motivo de muita discussão no meio cristão. Muitos argumentam que a porta larga se trata de uma porta sem esforço, dificuldades, obras ou trabalhos. Uma porta espaçosa e aberta. Já a porta estreita se trata da porta do Evangelho, uma porta difícil de entrar, estreita, que demanda esforço e dedicação.

Essa interpretação é vinculada a inúmeras outras passagens dos Evangelhos, incluindo o chamado de Jesus a tomar a cruz e segui-lo (Mateus 10:38; 16:24), negar a si mesmo (Mateus 16:24; Lucas 9:23), ou a descrição de tomar o reino dos céus à força (Mateus 11:12). Embora cada uma dessas passagens possa ser interpretada de maneiras diferentes, é notório como a esmagadora maioria dos cristãos decide usar cada um desses textos como uma espécie de interconexão hermenêutica – isto é, cada texto é interpretado a partir do outro, desconsiderando seus devidos contextos e público-alvo.

Claramente tal perspectiva, quando direcionada à salvação, dilui a Graça de Deus, transformando o Evangelho em uma campanha de méritos, e a salvação em algo conquistado por esforço próprio (Efésios 2:1, 8-9). Essa dificuldade em conciliar esse texto com o Evangelho da Graça deve nos fazer repensar se nossas definições de porta estreita e larga não estão equivocadas.

O que os comentaristas dizem?

Agora, além desse problema ser comum ao leitor cristão médio, também podemos encontra-lo no meio acadêmico mais rígido. Adam Clarke, por exemplo, um comentarista clássico do séc. XIX, vê Mateus 7:13-14 como referência ao arrependimento e ao abandono do pecado, e comenta que o texto exige “lutar para entrar”, referenciando Lucas 13:24.1 O Comentário de Jamieson-Fausset-Brown interpreta a porta estreita como o “autossacrifício em cada passo” e descreve a entrada por essa porta como a “vitória sobre todas as nossas inclinações naturais”.2 Matthew Henry em seu Commentary on the Whole Bible(1706-1721), chama a conversão de “porta estreita” no sentido de exigir romper com hábitos, negar-se a si mesmo, “despir o velho homem” — chegando a dizer que é “mais fácil colocar um homem contra o mundo inteiro do que contra si mesmo”.3

Apesar desses exemplos negativos, temos também alguns exemplos na direção da graça. Charles Spurgeon, conhecido como príncipe dos pregadores, apesar de ser ambíguo em seu comentário, traz uma diferença notável em relação a maioria dos comentaristas. Spurgeon, comentando os versos 13-14, diz que Jesus “mesmo é o único portão, ou a única porta, pela qual podemos entrar, e o caminho para entrar por meio de Jesus Cristo não é por obras, mas pela fé” e que o “esforçar-se” é uma exortação evangélica, não moral – segundo ele, “trata-se de um esforço sincero para nos mantermos longe de todas as rochas, bancos de areia e areias movediças das falácias populares e tradições enganosas, e para navegarmos em águas profundas.”4

Outro comentarista alinhado ao ensino da Nova Aliança é John Gill. Em Exposition of the Entire Bible (1746-63), comentando sobre Mateus 7:13, Gill afirma que a “porta estreita” é o próprio Cristo, remetendo a João 10:7-9 (“Eu sou a porta”). Ele explica que ela é “estreita” por causa das aflições e perseguições que acompanham a fé — não se trata de uma exigência de esforço moral para entrar. Ele diz que a fé “não é a porta em si, mas a graça pela qual entramos pela porta certa”.5

A interpretação de Gill é interessante, pois a ideia de estreiteza como perseguições que acompanham a fé, encontra apoio nos termos gregos usados pelo evangelista Mateus. A palavra estreita usada em 13-14 é o στενός, e no verso 14 temos a adição de θλίβω (“apertado”). Este último termo pode ser traduzido como “pressionado” (cf. Atos 14:22). O comentarista Leon Morris escreve: “O verbo… transmite a ideia básica de pressão (que pode levar à noção de aflição); aqui, trata-se de compressão e, portanto, de estreiteza. O tempo perfeito aponta para um estado contínuo. Não é o oposto óbvio de ‘largo’, e talvez devêssemos perceber aí uma alusão às perseguições que são parte integrante da vida cristã”.6

Comentaristas como esses trazem luz para uma passagem tão emblemática como essa. No entanto, por estarem ainda presos a uma sistemática que procura englobar esforço e graça, sem uma preocupação profunda de defender um Evangelho centrado na obra consumada e livre de misturas, não conseguem chegar a uma interpretação completa da passagem.

O que, ou quem, é a porta?

Os pregadores da graça possuem unanimidade na interpretação desse verso. Deixe-me citar alguns. O Dr. Andrew Farley, por exemplo, diz que em “Mateus 7:13, a porta estreita é o caminho da graça, e a porta larga é o caminho da justiça própria. Poucos encontram a porta estreita (Mateus 7:14), porque as religiões do mundo incentivam o bom comportamento para a salvação, e isso é muito atraente para as pessoas.”7 O Dr. Paul Ellis também comenta que a “porta estreita é difícil de atravessar porque a nossa carne (a nossa visão e o nosso entendimento) tem dificuldade em receber a graça. A nossa carne quer seguir Adão.”8

A perspectiva que parte da Nova Aliança é a que mais se alinha ao texto e enaltece a obra de Cristo. O portão é estreito porque se trata de um único meio, uma única forma de ser salvo. A estreiteza, não deve ser interpretada como o esforço de obras mortas, mas como a única forma de ser salvo: através de Cristo.  

É notório que em Mateus 7:13-14, Jesus, usa as expressões “porta” e “caminho” – termos utilizados por Cristo para se referir a si mesmo:

“Eu sou a porta; quem entra por mim será salvo” (João 10:9 – NVI)

“Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai senão por mim.” (João 14:6)

Assim, quando lemos o convite para “entrar pela porta estreita” e seguir pelo “caminho apertado”, é difícil ignorar que o próprio Cristo, posteriormente, identifica-se como essa porta e esse caminho. Além de Jesus, os apóstolos usavam constantemente a linguagem de caminho e porta como referência a Cristo. Por exemplo, Atos 4:12 menciona que “não há salvação em nenhum outro…” a não ser em Jesus;  1 Timóteo 2:5 fala sobre existir apenas “um só Deus e um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus.”; Hebreus 10:19–20 comunica a vida cristã como o “novo e vivo caminho que ele [Jesus] nos abriu por meio do véu…”; Já em Efésios 2:18 lemos que “Porque, por meio dele, ambos temos acesso ao Pai…”; Paulo também amplia esse ponto ao afirmar de Jesus, “por meio de quem obtivemos acesso, pela fé, a esta graça…” (Romanos 5:1–2)

É simplesmente curioso como a maioria esmagadora dos teólogos e comentaristas interpretam Mateus 7:13-14 longe desse grande núcleo de textos, revelando assim, uma dissociação a respeito de Cristo e a salvação – como se pudéssemos ser salvos pela mera autonegação.

Para a Escritura como um todo, Jesus é a porta e a única forma de ser salvo é entrando por Ele. A porta é estreita porque se trata de uma pessoa: Cristo. O Teólogo Shawn Lazar concorda afirmando que “Nada mais e mais ninguém é o portão. Jesus é o único. Você só pode entrar por meio Dele.”9

A porta larga se refere a diversas outras formas e tentativas de salvação. O Dr. Jim Fowler comenta que a porta larga é espaçosa pois se refere a pluralidade religiosa:

A forma religiosa é uma forma popular, pois é mais fácil, conveniente e socialmente mais aceitável. Existe uma ampla latitude de pluralismo ecumênico com muitos sulcos e valas de epistemologia e experiencialismo para se estabelecer.10

Keith R. Krell está certo quando comenta que por causa do pós-modernismo, “as pessoas falam muito sobre tolerância, pluralismo e inclusão. No entanto, Jesus disse: ‘Eu sou o caminho, a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim’ (João 14:6).”11 Assim como em João 14:6, em Mateus 7:13-14, o chamado salvífico de Cristo é: nenhuma religião ou obra poderá salva-lo – eu sou a única alternativa real de salvação que você tem.

Uma objeção que pode ser levantada aqui é que “porta estreita” na teologia de Mateus teria uma definição própria. No entanto, acredito que seja um caminho perigoso e frágil até mesmo para o mais esforçado dos estudiosos.

Embora eu concorde que, provavelmente, a expressão “porta estreita” remeta a tradição judaica dos “dois caminhos”, descrita em textos como Deuteronômio 30:15-20, Salmo 1, Provérbios 4, e também em apócrifos como 4 Esdras 7, acredito que é ir longe demais interpretar um caminho amplo como algo fácil, popular e que leva a destruição, e o caminho estreito, como algo difícil, trabalhoso em obras, que leva a vida.

O problema de ler Mateus 7:13-14 como referência a um entrada de esforço na salvação – ou caminho de labuta – é simplesmente isolar o texto das palavras de Jesus em textos como João 10:16; 14:9.

Antes de verificar o que Mateus diz sobre os termos – e ele nada diz – precisamos deixar com que o próprio Cristo explique suas palavras. Cristo deve ser o interprete final de suas analogias e não qualquer evangelista ou interprete posterior.

Um aspecto frequentemente ignorado é o desenvolvimento dessa metáfora ao longo do próprio ministério de Jesus. Em Mateus 7:13-14, Ele convida seus ouvintes a entrarem pela porta estreita e a seguirem pelo caminho apertado, sem, naquele momento, identificar explicitamente quem ou o que essa porta representa. Todavia, mais afrente, no Evangelho de João, o próprio Jesus interpreta essas figuras: “Eu sou a porta” (João 10:9); depois afirma: “Eu sou o caminho” (João 14:6).

Em Mateus 7, Jesus começa falando da porta, menciona o caminho e finaliza falando da vida (v.13-14). Em João, Jesus se denomina a porta, o caminho e a vida (João 10:9, 14:6).

Isso pressupõe que o próprio autor da metáfora fornece sua interpretação posterior. Em hermenêutica, quando um autor explica figuras usadas anteriormente, sua explicação deve ter prioridade sobre interpretações construídas posteriormente por leitores ou comentaristas. Assim, a ênfase da “porta estreita” desloca-se de um suposto caminho de mérito, esforço moral ou autonegação para a pessoa de Cristo, o único acesso ao Pai e à salvação.

As objeções

É claro, essa interpretação não pode ser apresentada sem uma devida resposta as objeções.

  • Poucos estão sendo salvos?

Nos versos 13-14 temos o paralelo final onde “muitos entram” na porta larga, enquanto “poucos encontram” a porta estreita. Andrew Wommack está certo quando diz que a “razão pela qual poucos o encontram é que as pessoas estão procurando no lugar errado.”12

Alguns dizem que é difícil encontrar pois as pessoas não querem um caminho difícil, trabalhoso, mas algo fácil e de tranquilo acesso. O problema disso é que a experiência mostra o contrário. É mais fácil crer que a salvação vem do alto custo do nosso discipulado, do que aceitar que ela é um dom gratuito. Existe um grande desprezo pelo ensino da salvação somente pela graça. O caminho largo é bem receptível, pois recebe e aceita o nosso orgulho e ânseio por mérito. Já a porta estreita submete a destruição toda a nossa vaidade por reconhecimento, mostrando que somente o ato de fé em Cristo é suficiente para salvar.

A salvação não é limitada, mas o meio de recebê-la é: crer em Jesus e somente isso. Claramente, no momento que Jesus disse isso poucas pessoas o reconheciam como salvador – a maioria estava presa ao sistema religioso. Por esse motivo, mais a frente, temos Paulo dizendo:

Uma vez que ignoram a justiça de Deus e procuram estabelecer a sua própria, não se submeteram à justiça de Deus. Porque o fim da lei é Cristo, para a justiça de todo aquele que crê. (Romanos 10:3,4)

Outro aspecto negligenciado na interpretação desses versos é o momento em que Jesus profere essas palavras. O primeiro, mas não único, publico alvo das palavras de Cristo, no sermão do monte, são os Judeus da época, principalmente os que estão carregando em suas costas o fardo da justiça própria e desejam alcançar salvação por mérito.

Esses são os mesmos que rejeitam Jesus como messias e salvador, o vendo como um mestre qualificado ou apenas um fanfarrão do momento. É por esse motivo, que vemos em Mateus um tema recorrente: a rejeição de Jesus por Israel e a substituição da confiança na justiça própria pela fé no Messias. Em outras palavras, Mateus 7:13-14 não é uma fala isolada, mas uma descrição resumida do que se repete ao longo do evangelho.

A rejeição a Cristo, sendo a única porta de salvação, está presente em todo esse evangelho. Em Mateus 9:12-13, Jesus confronta religiosos fariseus, afirmando “Misericórdia quero, e não sacrifício; porque eu não vim chamar justos, mas pecadores, ao arrependimento.” Em Mateus 21:42-44, vemos uma das maiores descrições messiânicas de Jesus aos gentios. Ele afirma, “Nunca lestes nas Escrituras: A pedra que os construtores rejeitaram, essa veio a ser a principal pedra angular…”. Aqui, novamente, veja como Cristo descreva a rejeição da parte do seu povo, lembrando da porta estreita que também não é escolhida. Ele é a Pedra rejeitada e igualmente a Porta rejeitada.

Essa rejeição da parte do povo de Israel está presente em todo o NT, principalmente nos evangelhos. João, escreve em seu Evangelho, que Jesus “Veio para o que era seu, e os seus não o receberam.” (João 1:11) Ainda em Mateus, lemos como a rejeição pela Porta fez com que os gentios fossem alcançados: “… Portanto, eu digo que o reino de Deus será tirado de vocês e entregue a um povo que dê os frutos do reino.” (Mateus 21:43b). A famosa parábola das Bodas ilustra esse ponto com maestria: Os primeiros convidados representam Israel rejeitando o convite do Messias, que decide estender seu convite aqueles que, inicialmente, não estavam convidados (Mateus 22:1-14).

O próprio Jesus volta ao mesmo tema alguns capítulos depois:

Ai de vocês, mestres da lei e fariseus, hipócritas! Vocês fecham o reino dos céus diante dos homens! Vocês mesmos não entram nem deixam entrar os que estão prestes a entrar. (Mateus 23:13)

Observe a conexão: em Mateus 7 Jesus diz: “Entrai pela porta estreita”. Em Mateus 23, Ele fala sobre aqueles que impediam justamente essa entrada, substituindo a fé no Messias por um sistema de justiça própria. Em outras palavras, o povo não encontrava a porta da salvação porque a liderança religiosa da época impedia sua passagem! É surpreendente que essa passagem jamais é discutida quando Mateus 7:13-14 está no centro da discussão.

O pano de fundo de Mateus 7:13-14 é: Jesus veio para as ovelhas perdidas da casa de Israel (Mateus 15:24-28), porém, esses o rejeitaram (João 1:11), e agora, seu convite se estende ao mundo dos gentios (Mateus 28:18-20). Em outras palavras, poucas pessoas de Israel encontraram a porta, pois a grande maioria a rejeitou. No entanto, Deus sempre desejou que a salvação alcançasse todos os povos da Terra, por isso, ainda no primeiro século, muitos gentios ouviram a palavra e foram salvos:

Este evangelho está frutificando e crescendo por todo o mundo, como também ocorre entre vocês, desde o dia em que o ouviram e entenderam a graça de Deus em verdade. (Colossenses 1:6)

Não é de admirar que João, na Ilha de Patmos, tem uma visão da grandeza colossal das miríades de salvos em cristo, de todos os povos, línguas e nações:

Depois disso, olhei, e eis que diante de mim havia uma grande multidão que ninguém podia contar, de todas as nações, tribos, povos e línguas, em pé, diante do trono e do Cordeiro, com vestes brancas e folhas de palmeira nas mãos. (Apocalipse 7:9)

  • Porque Jesus menciona o esforço?

Uma outra possível objeção contra minha explicação é a menção de esforço na passagem de Mateus 7. Afinal, por que Jesus fala sobre esforçar para entrar?

Embora o termo “esforço” não apareça em Mateus 7:13-14, a passagem paralela de Lucas 13:24 diz:

 — Esforcem-se para entrar pela porta estreita, porque eu digo a vocês que muitos tentarão entrar e não conseguirão. (Lucas 13:24)

Embora Lucas use termos diferentes em relação a Mateus, ambos estão tratando do mesmo ponto. O Dr. Ellis está certo ao dizer que a “porta estreita não é difícil de atravessar porque Deus tem padrões elevados. (Ele tem padrões elevados, sim, mas Jesus os cumpriu todos em seu favor!) A porta estreita é difícil de atravessar porque as pessoas são lentas para crer nas boas novas e rápidas para acreditar nas mentiras de religiões criadas por elas mesmas.”13

Agora, sobre o esforço, não devemos ficar surpresos, pois entendendo que entrar pela porta é crer na suficiência de Cristo e recebê-lo como único e suficiente salvador, então, o esforço é justamente a batalha interna contra nosso ego humano, para confiar em nosso Senhor contra todo esforço da carne.

Em outras palavras, esforçar-se aqui é o mesmo que o autor de Hebreus informa aos seus leitores:

Portanto, esforcemo-nos para entrar nesse descanso, a fim de que ninguém venha a cair, seguindo aquele exemplo de desobediência. (Hebreus 4:11)

O cristão é chamado a se esforçar para descansar. Por que? Porque aprendemos desde o início a batalhar para conquistar, sofrer para ganhar, a merecer para receber. O Evangelho, encharcado com graça e gratuidade, diz que tudo o que recebemos de Deus é por graça, isto é, gratuitamente. Para nossa carne, essa é a pior agonia.

Nossa luta para entrar na porta é o ato de se desprender do esforço meritório e receber gratuitamente o dom da salvação.

  1. Adam Clarke, Commentary on the Bible (também conhecido como Adam Clarke’s Commentary), comentário sobre Mateus 7:13-14. Texto originalmente em inglês (início do séc. XIX), disponível traduzido em:
    https://versiculoscomentados.com.br/index.php/estudo-de-mateus-7-13-comentado-e-explicado/ ↩︎
  2. Robert Jamieson, A. R. Fausset, David Brown, A Commentary, Critical and Explanatory, on the Whole Bible (1871), comentário sobre Mateus 7:13-14.
    Texto consultado via: https://www.preceptaustin.org/matthew_713-14 (que compila o comentário de JFB junto com outros expositores) ↩︎
  3. Matthew Henry — Matthew Henry’s Commentary on the Whole Bible (1706-1721), comentário sobre Mateus 7:13-14. Texto: https://www.blueletterbible.org/Comm/mhc/Mat/Mat_007.cfm
    Versão concisa: https://www.christianity.com/bible/commentary/matthew-henry-concise/matthew/7 ↩︎
  4. C. H. Spurgeon, Sermão “The Strait Gate”, nº 3560 — https://www.spurgeongems.org/sermon/chs3560.pdf ↩︎
  5. John Gill, Exposition of the Entire Bible (1746-63), com. Mt 7:13 — https://www.biblestudytools.com/commentaries/gills-exposition-of-the-bible/matthew-7-13.html ↩︎
  6. Leon Morris, The Gospel According to Matthew. Pillar
    New Testament Commentary (Grand Rapids: Eerdmans, 1992) ↩︎
  7. Andrew Farley, What is the narrow gate that leads to life? site: https://www.patheos.com/blogs/andrewfarley/2024/06/what-is-the-narrow-gate-that-leads-to-life/ ↩︎
  8. Paul Ellis, Why is the Narrow Gate Hard to Enter? (Luke 13:24) site: https://escapetoreality.org/2016/06/23/narrow-gate-hard-to-enter/ ↩︎
  9. Shawn Lazar, What Makes It Narrow? — Matthew 7:13 site: https://faithalone.org/blog/what-makes-it-narrow/ ↩︎
  10. A Commentary on the Four GOSPELS JESUS CONFRONTS RELIGION
    James A. Fowler ↩︎
  11. Keith R. Krell, “The Highway to Hell” (Matthew 7:13–23) ↩︎
  12. Andrew Wommack, Free Online Commentary site: https://www.awmi.net/reading/online-bible-commentary/ ↩︎
  13. Ellis, Ibid. ↩︎

Eliezer Oliveira
Eliezer Oliveira

Tenho 27 anos e sou diretor do Blog Vida Trocada, autor dos livros De Adão à Eternidade: a História da gloriosa salvação; Nada Além do Sangue; Hiper Graça: O Que Realmente Defendemos e Sente-se aos pés de Jesus. Também sou autor e coautor de vários livros digitais. Sou professor do curso Universidade da Graça, Vida na Graça e Teologia com Graça, e também atuo como Escritor Fantasma para alguns ministérios. Bacharel em Teologia (ESTÁCIO), casado com uma escritora maravilhosa, amante da leitura e de um bom café.

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